In Other Words Monday

29 06 2009

São tantas as pessoas que Deus tem usado para abençoar a minha vida, com suas palavras, com suas vidas (algumas que eu nem conheço pessoalmente), que resolvi criar essa categoria aqui no meu blog.

Então, as segundas-feiras serão dedicadas a ouvir o que outras pessoas têm a dizer sobre essa maravilhosa vida com Deus em suas várias nuances. Podem ser poemas, contos, estudos, vídeos… tanto faz. A questão é que, às segundas, eu me calo, e outro fala por mim.

O primeiro texto é do Marco, um grande irmão em Cristo, líder e amigo, que nunca desistiu da minha vida. Já foi publicado neste blog, mas vale a pena reler.

Soltar

Soltar não significa parar de se preocupar; significa que não posso fazer isso por outra pessoa.

Soltar não é se isolar; é a percepção de que não posso controlar o outro.

Soltar não é deixar, mas permitir o aprendizado com bases nas conseqüências naturais.

Soltar é admitir a fraqueza, o que significa que o resultado não está em minhas mãos.

Soltar não é tentar mudar ou culpar o outro; eu só posso mudar a mim mesmo.

Soltar não é se preocupar, mas se importar.

Soltar não é consertar, mas apoiar.

Soltar não é julgar, mas permitir que o outro seja um ser humano.

Soltar não é ficar no meio, ajeitando os resultados, mas permitir que os outros alcancem seus próprios resultados.

Soltar não é ser protetor; é permitir que o outro enfrente a realidade.

Soltar não é negar, mas aceitar.

Soltar não é incomodar, repreender ou discutir, mas analisar minhas próprias deficiências e corrigi-las.

Soltar não é ajustar tudo aos meus desejos, mas aceitar cada dia como ele for.

Soltar não é criticar nem regulamentar ninguém, mas tentar tornar-me aquilo que sonho que eu possa ser.

Soltar não é arrepender-se do passado, mas crescer e viver para o futuro.

Soltar é temer menos e amar mais!





Na presença de Deus

22 06 2009

Não melhor lugar para estar do que na presença de Deus. É neste lugar que encontro a transformação que preciso e que somente Deus pode operar. A transformação do meu interior. Estar na presença de Deus nada tem a ver com religião. Tem a ver com Jesus Cristo, sim, porque foi Ele quem abriu o caminho para que eu pudesse ter um relacionamento com Deus. Mas nada tem a ver com religião. Tem a ver com Vida.

E quando estou na presença de Deus, a verdade é que há pouco a se fazer, na verdade, só mesmo uma coisa – adorá-lO. Em espírito e em verdade. Quando estamos só nós dois – Ele e eu – posso ser quem realmente sou: criatura, imperfeita, carente do Senhor. Não há máscaras, não há mentiras, não há vazio. Nele há plenitude de vida, abundância de alegria. Ele é a minha fonte.

Na presença de Deus não importa o que eu falo, nem mesmo SE eu falo. Não há espaço para eloqüência humana, para manipulação. Na presença de Deus me rendo àquele que criou todas as coisas através da Sua Palavra.

Na presença de Deus há perdão, perdão para o pecador arrependido. Perdão para aquele que desistiu de tentar e falhar. Na presença de Deus há misericórdia, há graça. Graça superabundante

Obrigada, Senhor, por Jesus Cristo, porque por meio do sangue precioso derramado na Cruz posso entrar na sua presença e alcançar tudo aquilo que preciso – O SENHOR.





Os cristãos

17 06 2009

Li hoje nesse blog uma citação que me deixou muito comovida. Na verdade, o post todo me deixou comovida, mas principalmente a citação. Ela data do ano 137 da era cristã e foi escrita por um não cristão, um conselheiro do imperador romano. Espero que depois dessa leitura possamos nos arrepender do caminho que temos seguido e nos lembrar que temos uma nuvem de testemunha que nos assiste, e esses homens e mulheres descritos aqui fazem parte dessa nuvem.

“Foram os cristão, ó Imperador, que buscaram e encontraram a verdade, pois eles reconhecem Deus. Eles não guardam para si os bens que lhes foram confiados. Não cobiçam o que pertence aos outros. Demonstram amor ao próximo. Não fazem aos outros aquilo que não desejam que seja feito a eles. Falam de maneira gentil a seus opressores, e assim os fazem seus amigos. Sua paixão é fazer o bem a seus inimigos. Eles têm consciência de quanto são pequenos. Qualquer um entre eles que tiver alguma coisa, dá generosamente àquele que não tem nada. Se encontrarem um estrangeiro, levam-no para sua casa. Eles se regozijam nele como verdadeiros irmãos, porque não se chamam de irmãos na carne, mas sabem que são irmãos no espírito e em Deus. Se ouvirem que um entre eles está encarcerado ou sendo oprimido por causa de Cristo, cuidam de seus interesses Se possível, o libertam. Se alguém entre eles é pobre ou está passando por alguma necessidade e não têm nada com que ajudá-lo, jejuam por dois ou três dias pelo necessitado. Assim podem ajudar ao pobre com a comida que necessita. Isso, ó Imperador, é a regra de vida dos cristãos, e essa é a maneira como eles vivem.” (Aristides – 137dC)

Àqueles que lêem em inglês, aconselho que dêem uma passada no blog e leiam o post na íntegra.

Beijos.





Palavrantiga

27 05 2009

Para variar um pouco o cenário da música cristã eu recomendo essa banda. Letras cheias de imagens poéticas, o que para mim, conta muito!! Uma feliz surpresa que tive quando fui a um sarau na IB Itacuruça. Enjoy!!





Sal da terra

9 04 2009

“Vós sois o sal da terra”

O que Jesus quis dizer quando deu essa declaração em seu famoso Sermão do Monte em Mateus 5?

Pessoas do século XXI que somos, parece difícil entender a importância do que Jesus falou, afinal de contas usamos o sal apenas para salgar os alimentos, e alguns médicos já começam a apontar os malefícios do sal. Entretanto, tenho certeza de que as pessoas que ouviram o Mestre puderam apreender com mais plenitude o significado dessas palavras. Fui pesquisar, então, a história e a importância do sal na História da Humanidade.

A cultura do sal é muito antiga, existem registros de que os babilônicos e os egípcios já se utilizavam das propriedades do sal. Durante muito tempo, o sal era escasso e muito precioso, vendido a peso de ouro; palavras como salário e soldado tem sua raiz romana em sal.

O sal era usado das mais diversas maneiras, por exemplo, para conservar os alimentos e como parte de rituais religiosos – para a purificação; um tipo específico de sal era utilizado inclusive como adubo (esse tipo de sal específico, o sal agrícola, pode se tornar insípido). Nos costumes do oriente, participar do sal do outro era boa hospitalidade e promovia boa comunhão.

O Senhor também deu importância ao sal para o seu povo; Lv 2: 13 diz: E todas as tuas ofertas dos teus alimentos temperarás com sal; e não deixarás faltar à tua oferta de alimentos o sal da aliança do teu Deus; em todas as tuas ofertas oferecerás sal.

Podemos chegar a algumas conclusões com isso: em tempos pré-geladeira, as donas de casa que ouviram Jesus entenderam a importância de suas vidas na conservação das coisas, uma vez que usavam o sal para conservar seus alimentos, principalmente as carnes. O sal não era apenas tempero a ser consumido com moderação, com certeza ele tinha lugar de destaque nas cozinhas da época.

Os agricultores, por sua vez, entendiam que suas vidas ajudariam a gerar mais vida, vidas mais saudáveis, de maneira mais rápida, uma vez que o adubo serve para colocar um estoque de matérias primas nutrientes disponíveis no solo, para que a planta possa usar no processo da fotossíntese e conseqüentemente produzir o seu alimento.

Os esclarecidos em religião entenderam que suas vidas ajudariam na purificação de outras vidas, como instrumento e canal do próprio Deus. E entenderam também que a pureza era algo que não poderia faltar em suas ofertas, em suas vidas.

Acredito que a Palavra do Senhor é eterna e eternamente atual. Jesus ainda diz que somos o sal da terra, ainda temos, pelo poder do Seu Espírito a responsabilidade de conservar, adubar e purificar o mundo para a Sua Glória. Cada um de nós tem uma importância “a peso de ouro” no Reino de Deus, onde quer que o Senhor nos tenha plantado. Saiamos para salgar o mundo!





Dia internacional da mulher

8 03 2009

Não quero polemizar não, mas não sou muito fã do tal do Dia internacional da mulher porque, para mim, perpetua a idéia de diferença de importância entre os sexos e, pior, institucionaliza a desiguladade.

Vamos pensar juntos: alguém pensaria em criar o Dia do índio se eles não tivessem sido praticamente desimados? Ou o Dia da árvore se não estivessemos acabando com todas? Ou Dia do livro se todo mundo lesse? Acho que não.

Assim é como penso sobre o Dia das mulheres. Tenho consciência de que ele simboliza a luta que muitas antes de mim tiveram que passar para que eu pudesse estar aqui sentada escrevendo para ninguém ler. E talvez seja mais um dia de memorial por essas lutas do que de comemoração. Por que as lutas não acabaram, as pessoas, sejam elas homem ou mulher não são mais respeitadas hoje por sua condição de ser humano do que eram em outros tempos. Daqui a pouco, teremos que ter um Dia Internacional do Ser Humano, para legitimar que precisamos lutar para sermos respeitados porque somos da mesma espécie.

Então, se amanhã você se esbarrar comigo, não me dê flores, não me dê os parabéns. Pense, não apenas amanhã, mas todos os dias de sua vida, por quê desrespeitamos as pessoas por elas serem mulheres, negras, pobres, homosexuais, gordas, etc (aqui você pode preencher com as caracterísiticas que mais te levam a desrespeitar uma pessoa). Se fomos todos feitos à imagem e semelhança de Deus, por que tratamos algumas bem e outras mal? Será que estamos fazendo Deus de mentiroso?





A ditadura da alegria

2 02 2009

Admirável mundo novo, uma das mais importantes distopias da literatura mundial escrita pelo inglês Aldous Huxley, retrata um futuro em que pessoas são criadas em laboratório e cada uma delas já em uma classe com características bem definidas, divididas em alfas, betas e gamas. Além disso, as pessoas eram condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia. Dentre todas as coisas que Huxley criou, o que mais me chama atenção nessa sociedade é a existência da SOMA, a droga usada para proporcionar felicidade a seus usuários.

Desde que um amigo meu (o Marco) cunhou o termo “ditadura da alegria”, me pego pensando nele vez ou outra; há pouco me lembrei do romance de Huxley e de como sua genialidade parece ter descrito o tempo em que vivemos.

Há realmente uma ditadura da alegria em vigor; uma ditadura que não permite (e marginaliza) qualquer pessoa que mencione a palavra tristeza. Essa ditadura não vê sexo, classe social ou idade, ela urge a todos: SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO!

Sim, todos queremos ser felizes e contentes sempre, mas acreditar que isso é possível beira à loucura. A Palavra de Deus afirma em Eclesiastes 3 que há tempo certo para cada coisa, entre elas, tempo para rir e tempo para chorar; Jesus alertou seus discípulos que no mundo eles teriam aflições e o Ap. Tiago deixa claro que em alguns momentos devemos transformar nosso alegria em tristeza. Rejeitar a tristeza, e o sofrimento ligado a ela, é negar uma parte importante no discipulado cristão.

Não estou aqui supervalorizando o choro, mas precisamos desmistificar essa alegria ovacionada, endeusada, pelo sistema (e infelizmente por parte da igreja) – a alegria circunstancial, o nosso SOMA particular, que nos torna insaciáveis. A alegria bíblica não vem das circunstâncias, mas da certeza de que temos paz com Deus em Cristo; de que um dia seremos com Ele é. A alegria da salvação, enfim. Qualquer alegria proveniente do mundo deve ser tratada de acordo com sua natureza: PASSAGEIRA.

Publicado também em: http://reflexoesdocotidiano.worpress.com





Amor

30 11 2008

“Filhinhos, deixemos de dizer que apenas que amamos as pessoas; vamos amá-las realmente e mostrar isso pelas nossas ações” 1Jo 3:18

Que o estado de Santa Catarina está precisando de ajuda, todo mundo sabe. O que podemos fazer?

Além de contas bancárias onde podemos depositar a quantia que Deus colocar em nossos corações, a Defesa Civil de Santa Catarina fez uma lista em ordem de preferência:

- Água potável – eles dão preferência aqueles garrafões de 5l.
- Alimentos prontos (bolachas, biscoitos, barras de cereais, latas de sardinha e carne enlatada, salsicha e outros mantimentos de fácil manuseio e não perecíveis)
- Material de higiene pessoal, como escovas e pasta de dente, sabonetes, absorventes femininos e fraldas descartáveis
- Produtos de limpeza

Acredito que roupas, livros, Bíblias, colchões, travesseiros, roupas de cama e banho também são bem-vindos. Além de cartas, bilhetes e cartões dizendo o quanto eles estão em nossas orações.

São homens e mulheres, jovens, velhos e crianças a quem Deus ama profundamente. Cada um de nós pode ajudar em alguma coisa além de nossas orações.

Essa página possui informações importantes.

Queridos, amemos não apenas de palavras!!!





Solteira, e aí? [2]

18 11 2008

Eu também já tive minha fase procura-marido. Em algum momento em minha caminhada cristã caí nesse engodo de que o melhor que Deus pode me dar é um casamento.

Então comecei a ler tudo o que parava em minhas mãos; todo tipo livro escrito por todo tipo de “autoridade” no assunto. Quase todos que se davam ao trabalho de falar sobre a vida de solteiro, tratavam a época como um período de preparação para encontrar o cônjuge.

Como eu queria o prêmio máximo, segui todas as regras de como me tornar uma mulher virtuosa para no final… encontrar o varão. Ler a Bíblia? Orar? Ser dócil? Fácil, fácil… Esse caminho, porém, me levou apenas à religiosidade que, aproveitando-se de minha necessidade de merecer algo de Deus, me apartou da Graça.

Acontece que quando a Graça se aparta, a carne entra em ação. Só o Espírito Santo tem o poder de conter essa entidade maligna. Tornei-me então uma tirana, egocêntrica, cabeça dura. Não havia ninguém à minha altura, ninguém nunca prestava. Ninguém nunca preenchia os requisitos.

Um dia percebi que ao invés de Cristo, me parecia com um amalgama bizarro de Betty Friedan com Amélia. Algo com cheiro de farisaísmo. Deus começava a, suavemente, esfregar meu rosto, tirar a maquiagem e mostrar que o que estava por baixo não era nada bonito. Ele usou Sua Palavra, Seu Espírito, Seus Filhos. Começou a abrir meus olhos e me mostrar o que eu estava me tornando e, deixem-me dizer, era assustador. Em nada parecido com Jesus. E tudo porque eu tinha abraçado uma idéia tão inocente como a “Deus está preparando uma pessoa para mim”.

E Ele está? Sinceramente, não sei. O que tenho plena certeza é de que o Espírito Santo todos os dias concentra Seus esforços em me fazer parecida com o Mestre. Em me fazer instrumento do Seu amor. Ser solteira ou casada não é tão urgente quanto ser transformada POR Deus e PARA Deus. Nada é mais importante do que o Reino.

Aprendi que o que importa não é ser solteira ou casada, mas ser nova criatura.





Solteira, e aí?

29 10 2008

Há um questionamento em meu coração e minha mente já há algum tempo: qual o lugar de uma mulher solteira no Corpo de Cristo?

Depois de ruminar essa pergunta e colocá-la diante de Deus várias vezes (Senhor, qual o meu lugar no Teu Reino?), resolvi fazer uma pesquisa no lugar mais amplo e popular da contemporaneidade, a internet. E para isso, claro, usei o Google (ou oráculo, para os mais místicos).

O resultado foi espantoso, aparentemente, o único lugar para a mulher solteira e cristã é em casa, esperando e se preparando para o marido, que Deus sabe se virá! Porque, não encontrei nenhum versículo bíblico que garanta casamento para mim ou para quem quer que seja, nem tive a visão de nenhum anjo com alianças na mão, nem tenho ninguém em vista. É como se, diferente do restante da cristandade (dos homens, para ser mais objetiva), a mulher cristã tem como alvo exclusivo se casar, como se o casamento fosse sua “soberana vocação”.

Se para a mulher casada é difícil ter um ministério de liderança reconhecido em sua denominação, o que dirá uma mulher solteira. Tenho a sensação de ser vista pela maioria das pessoas como uma aberração, uma metade, um ser a quem falta a parte mais importante – a cabeça, o cérebro.

O que mais me entristece é o fato de que essa idéia, além de preconceituosa, é anti-bíblica. Sim, anti-bíblica. Apesar das diversas interpretações absurdas sobre os textos de Paulo em relação à liderança feminina, vemos que o apóstolo é um grande defensor da igualdade (guardando as devidas diferenças, claro) entre os sexos e do celibato (o que para nós, cristãos, significa o tempo de solteiro). As instruções que dele recebemos, são inclusive, bem diretas. (vide 1Co 7)

E o pior é ver que as próprias mulheres ajudam a carregar essa idéia misógina em frente. Existe uma enxurrada de blogs e sites sobre mulheres cristãs, e escritos por mulheres cristãs, que perpetuam esse argumento de que as mulheres devem esperar para receber o grande prêmio – o marido. A impressão que tenho é que elas continuam freqüentando faculdades, seminários, ministérios, simplesmente para alcançar seu objetivo. Arrumar um marido.

Engraçado é que Jesus foi um homem solteiro. Acredito que se casamento fosse algo obrigatório para todos os cristãos, CRISTO, o nosso modelo, teria se casado e dado exemplo de família para que seguíssemos. Mas Ele não fez isso. Não condenou de maneira nenhum quem o fizesse, mas Ele mesmo não viveu essa realidade.

Então isso quer dizer que não quero me casar? Não, eu gostaria muito de me casar, apesar das agruras que isso pode me trazer. A idéia de atravessar esse caminho de mãos dadas com uma pessoa que me escolheu e a quem escolhi é realmente agradável. Mas a verdade, a verdade verdadeira, é que não sei se vou experimentar essa realidade. Como já disse, não consegui ainda achar nenhum versículo bíblico que me garanta – para que eu possa determinar – e nenhum anjo casamenteiro me visitou ainda. Nada. E eu não quero ficar sentada, enquanto isso, esperando minha vida “começar”, enterrando os talentos que Deus me deu porque a igreja não consegue encontrar um espaço para mim.

Minha vida começou em Cristo. Ele é meu maior amado, meu eterno amor, meu Senhor e Salvador. Nenhum homem, por mais que me ame, fará por mim o que meu querido Jesus fez naquela Cruz. Ele me lavou de meus pecados, me redimiu e me deu Seu Espírito (sim, as mulheres solteiras também têm o Espírito Santo dentro delas). Talvez não haja espaço na igreja para a mulher solteira, mas tenho certeza que há um para ela (para mim) no Reino de Deus. Desse Deus maravilhoso que não faz acepção de pessoas ou, posso garantir, de estado civil.

Tenho muito, muito ainda que falar sobre o assunto, e tenho certeza de que esse texto saiu meio confuso, mas eu precisava desabafar.